Ensinar o evangelho em casa: como começar?

Oi, mães e pais! Hoje estou inspirada a escrever sobre Maternidade SUD (a inspiração do termo vem do blog da Flávia!! Acesse o link para conhecer)

Em março do ano passado comecei a trabalhar na Primária pela a primeira vez! Além de aprender muito com a espontaneidade com as crianças percebi que ensinar o evangelho em casa é fundamental para que entenda os princípios do evangelho e tome as melhores decisões no futuro.

Tenho um filho de um ano e meio e não sabia por onde começar. Sempre cantei alguns hinos da Primária para ele, desde quando nasceu. Antes ele só me olhava, agora, completa os hinos e canta alguma coisa junto.

Veja como é quando cantamos “Sou da Igreja de Jesus Cristo”:

Á noite depois do banho, em vez de ler livros de histórias, começamos a ler juntos o Livro de Mórmon ilustrado. É incrível como ele presta atenção em nós com brilho nos olhos!

Quando lemos sobre quando Néfi resgatou as placas de latão, ele repetiu a noite toda a ‘páca, páca’ (placa), e na outra noite foi a vez de repetir ‘Néfi’. Essas coisas são gratificantes, tão puras! É um privilégio ser mãe e poder ensinar o evangelho aos filhos.

De vez em quando meus irmãos compartilham nas segundas-feiras pelo whatsapp as atividades da reunião familiar com seus filhos que são um pouco maiores. Abaixo tem os desenhos dos meus sobrinhos Duda (5 anos) e Pedro (2 anos), quando eles aprenderam Genealogia e História da Família:

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Vi recentemente o vídeo da Renata Engroff, uma irmã muito especial da minha ala, com seus filhos Gabi (9) e Nathan (4) lendo o Livro de Mórmon. A irmã mais velha lia o versículo, enquanto o mais novo repetia as palavras super empolgado!

Tenho certeza que o lar pode se tornar um pedaço do céu e um refúgio desse mundo maluco que vivemos, quando aplicamos os princípios do evangelho em casa. Fique à vontade para se inspirar nas ideias acima e começar a ter suas próprias experiências!

E você, o que faz? Como ensina o evangelho em casa?

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Alimentação infantil: a nutricionista responde!

Rafa comendo cenoura

Aos cinco meses iniciei a alimentação ao Rafinha. Eu sei, deveria ter começado aos seis meses como incentiva o Ministério da Saúde, mas a minha licença maternidade acabou antes disso, vamos tentar explicar ao Ministério do Trabalho que eu precisava ficar mais um pouco!

O Rafa em especial sempre aceitou muito bem os alimentos. Hoje está com nove meses e come frutas em pedaços pequenos, sucos, sopinhas e o que mais você oferecer para ele. O pediatra incentiva a deixarmos ele brincar com a comida para criar intimidade, por isso, temos estas fotos dele se deliciando com tomate, alface, brócolis, cenoura e etc.

Mesmo assim, sempre tive muitas dúvidas e acredito que outras mães também tenham. Adoro assistir aquele programa da GNT Socorro, meu filho come mal e entender como deixar a relação da criança com a comida menos dramática.

Consegui uma entrevista com a nutricionista Amanda Buonavoglia, do Personare, que respondeu as minhas dúvidas e de outras mães. Confira:

– Quais devem ser os primeiros alimentos dado aos bebês?

Deve-se fazer uma transição gradativa – oferecer no lanche da manhã ou da tarde – uma pequena quantidade de fruta amassada- pode ser banana- e repetir por 3 dias seguidos (pois se a criança tiver alergia ou alterar o funcionamento intestinal, saberemos qual é o alimento). Se necessário, complementar a refeição com o leite e depois acrescentar outra fruta (no mesmo processo). Depois de um mês, começa-se a introduzir as papas de legumes e os cereais. Sugiro que um nutricionista ou pediatra acompanhe essa transição.

Rafa comendo banana amassada

– Quando começar a dar comida com pedaços para a criança?

Quando a criança começar ater os dentinhos mais desenvolvidos- em torno dos 9- 10 meses.

– Danoninho, bolacha, suco industrializado. Qual a sua opinião sobre estes alimentos? A partir de que idade devem ser dados à criança?

Na minha opinião, esses alimentos não deveriam ser introduzidos antes dos 3 anos de vida. Nessa fase, a criança está desenvolvendo o seu paladar, e não vai acostumar com esse tipo de dieta padronizada. É natural que o gosto seja variado (por exemplo, uma sopa caseira nunca tem o mesmo gosto de outra sopa), e o produto industrializado tem um padrão. No futuro, a criança se acostuma a “paladares padronizados”, tendo uma recusa muito maior em experimentar novos alimentos e sabores.

– Depois que completa um ano, que tipo de alimentos podem ser oferecidos?

Deve-se gradativamente ir evoluindo a alimentação. Até o terceiro ano de vida evitar os industrializados, açúcares, refrigerantes, embutidos, e até o segundo ano mel e morango.

Pode-se introduzir cereais como arroz integral, quinua, macarrão integral, macarrão de arroz, novas hortaliças e alimentos para que a criança possa pegar- como floretes de brócolis, cenoura baby, banana, etc

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– Por que chega uma fase em que as crianças rejeitam comida e são seletivas na hora de comer?

Faz parte do desenvolvimento natural do paladar, não fique preocupada, mamãe! Ela fará outras escolhas no próxima refeição!

 

Perguntas da Eloisa Parachen

– Que grupos de alimentos deve conter o cardápio para bebês? Como montar a dieta para eles?

Hortaliças variadas (raízes- cenoura, beterraba, inhame, cará; folhas- escarola, agrião, couve, etc; e também abóbora, chuchu, abobrinha), carnes (sugestão de músculo ou frango orgânico) e cereais (arroz, milho, aveia, etc..)

– De quantas em quantas horas uma criança de 7 meses deve comer? Como perceber que o bebê está com fome?

O ritmo da alimentação tem a ver com o ritmo do dia – ao acordar, depois do banho de sol, almoço, depois do sono, depois do banho, antes de dormir. Diria que cerca de 2 a 3 horas.

Pergunta da Flávia Sphair

– Qual a quantidade, em média, de líquido, entre sucos e água, que se deve dar para um bebê por dia (a partir dos 6 meses)?

Preste atenção nas suas fezes- não devem estar ressecadas, ainda são pastosas. Deve-se ir oferecendo a água gradativamente e em quantidades pequenas, em várias vezes ao dia- isso vai depender do clima, da estação, da criança, etc…

Pergunta da Danielle Blaskievicz

– O que fazer quando a criança de 2 anos se recusa a comer? (Pergunta de mãe em crise!)

Nunca oferecer substitutos! Se ela se recusou em almoçar, servir o almoço no horário em que ela manifestar fome novamente! Isso é uma premissa básica! E se precisar, não hesite em procurar ajuda especializada!

 

Para saber mais acesse http://www.personare.com.br/casa-e-familia/filhos. O canal Filhos do portal Personare reúne artigos da Amanda Buonavoglia e de outros especialistas.

Amamentar é…

Amamentar é um ato de amor. Você já conheceu a minha experiência inicial com amamentação que não foi nada fácil. Hoje o Rafa está com 9 meses e quando eu volto do trabalho ele aproveita para mamar pelo dia todo, da maneira correta, sem dores ou traumas!!

Contudo, outras mães escrevem histórias diferentes e mantém o vínculo da amamentação com a mamadeira, pois mesmo tentando de tudo não conseguiram amamentar naturalmente. Vamos lá, sem culpa, se você alimenta seu filho com amor e carinho, é isso que importa! Aliás, é sobre isso que o texto da fisioterapeuta e psicoterapeuta Karin Fromm aborda, dá uma olhada:

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Atualmente, tanto as mães como seus filhos são privilegiados por viverem em uma época que essa prática é incentivada de muitas formas e desejada por todos. Os benefícios do leite materno e do vínculo que se faz com a amamentação não são mais questionados ou deturpados como no passado. Neste cenário surge um novo tipo de mãe: aquelas que se sentem culpadas e pressionadas por não conseguirem amamentar.

 

Seja qual for a razão, não amamentar pode trazer muita frustração e insegurança às mães bem intencionadas e que sonhavam com essa prática. É um desejo legítimo e inato, quase uma extensão da gravidez, nutrir seu filho do seu próprio corpo. Mas quando isso não for possível, é preciso reconhecer a possibilidade e os avanços que existem à disposição, bem como todo aparato necessário: fórmulas prontas para todas as idades e tipos de metabolismos, mamadeiras que evitam cólicas e bicos ortodônticos. As fórmulas infantis não garantem a boa imunização do bebê, como faz o leite materno, mas possibilitam que eles cresçam bem nutridos.

 

No entanto, o que vale mesmo a pena ser ressaltado é que o fator mais importante no ato de amamentar, seja no peito ou na mamadeira, é a maneira como é feito. A interação da mãe com o bebê é o que realmente faz diferença no desenvolvimento psicoafetivo dos filhos. E como saber se o seu bebê está sendo bem amamentado? Observe se você mantém uma atmosfera calma ao redor; reserva aquele momento de intimidade e tranquilidade, respeitando o ritmo do seu bebê; observa seus movimentos e percebe seu prazer e saciedade, além de manter contato olhando nos seus olhos, conversando ou cantando para ele. Além do leite, a sua presença e calor é o que fará seu filho crescer e se desenvolver com confiança.

 

E no fundo é realmente isso que importa: a qualidade do contato que se faz ao amamentar. Uma mamadeira bem dada pode ser muito mais valorosa do que uma mamada em um peito frio, de uma mãe impaciente ou sem contato algum. Já se você não puder nem mesmo estar presente na hora da mamadeira, certifique-se ao menos que a pessoa que for fazê-lo tenha esses cuidados, além de tempo e lugares disponíveis para isso. Nessa fase é sempre mais importante que a substituta da mãe seja alguém que tenha um bom colo, que saiba aconchegar e ser amorosa com seu bebê.

 

Além disso, tente estar o mais presente possível e siga tranquila. Pressão e culpa não ajudam em nada na hora de criar um filho, ao contrário, trazem ansiedade e tensão, e os bebês são muito sensíveis ao estado emocional de suas mães. Saiba que você está fazendo o melhor que pode, da melhor forma possível e tudo estará bem. E se lembrar continuamente de que nenhuma mãe foi e nem nunca será perfeita também ajuda!

Para mais informações, clique aqui.

Acorda menina!

Sabe aquele tipo de coisa que você vê e pensa ‘por que estou reclamando da minha vida?’.

Separe 13 minutos das suas 24 horas para assistir o vídeo abaixo – te prometo que vale a pena!

A Lizzi é uma pessoa incrível. Ela nasceu com uma doença rara que a impede de ganhar peso e ela nunca conseguiu ter mais de 29 quilos. Por causa de sua aparência, a filmaram que colocaram no YouTube com um vídeo intitulado “A mulher mais feia do mundo”. Entre os milhões de comentários sugeriram que ela se matasse – mas como eu disse, ela é incrível!

Abaixo você vai ver a apresentação que ela fez no TED, que é um fórum maravilhoso que sempre me tira do ‘senso comum’. A apresentação está em inglês e com legenda em espanhol. Depois me conta o que achou!

O primeiro dodói!

No meu último dia de trabalho de 2013, umas 4h da tarde recebo um telefonema da minha mãe: ‘o Rafa está com febre. Já dei paracetamol, mas a febre voltou’. Fiquei bem apreensiva e não conseguia mais fazer nada. Liguei para o meu marido que também saiu do trabalho e fomos ao hospital levar o Rafa.

Lá ele foi diagnosticado com amigdalite. A médica de plantão disse que ele teria mais dois dias de febre, mas que logo melhoraria com Paracetamol e Amoxicilina. Saímos aliviados com o diagnóstico e a certeza de que logo estaria bonzinho – mas nossa provação estava só começando!

Em uma noite ele chegou a ter 39 graus de febre e na outra 40. O remédio demorava mais ou menos meia hora para fazer efeito, enquanto isso, dávamos banho para ajudar. Era triste ver aquele nosso bebezinho que sempre sorridente e esperto todo mole só querendo dormir e chorando. Nestes dias de febre ele também ficou um dia sem mamar – fiquei preocupada achando que ele não ia querer mais, mas ainda bem que foi apenas no dia que provavelmente a gargantinha doía mais.

Na segunda-feira, dia 30 de dezembro, ficamos aliviados porque ele acordou sem febre. Por outro lado, começaram a aparecer bolinhas vermelhas no rosto que rapidamente se espalhou por todo corpo. Corremos para o hospital novamente e o médico diagnosticou uma alergia à Amoxicilina e receitou um anti-histamínico.

As pintinhas duraram mais dois dias e felizmente no dia 1 de janeiro já tinham desaparecido quase por completo e a garganta também já está bem melhor. Ufa, que susto!

Informação

Nos momentos de aflição eu e meu marido sempre buscamos muita informação para entender o que está acontecendo. Uma das fontes mais esclarecedoras foi do Blog da Alergia. Lá descobrimos que existem três tipos de reação ao antibiótico:

-Reações Imediatas: são as mais graves, ocorrendo na primeira hora após o uso.
Acompanham-se de: coceira intensa, placas de urticária, rubor, ou ainda de edema na laringe (glote), falta de ar, cólicas abdominais, arritmia cardíaca e, mais raramente, choque anafilático.

-Reações Aceleradas: Ocorrem entre 1 e 72 horas após o uso do medicamento, podendo cursar com urticária, angioedema, coceira intensa ou evoluir para forma mais grave e morte.

-Reações Tardias: São reações freqüentes e benignas, surgindo após 72 horas ou mais, com erupção na pele (rash). Quadros graves ocorrem mais raramente.

Nós procuramos informações para saber como diminuir as pintinhas vermelhas, passamos Cutisanol, demos banho, mas nada acontecia! O melhor nesses casos é ter paciência e fé porque vai passar! Aqui tem a foto do antes e depois do Rafa:

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Esta foi a nossa virada de ano novo mais doida de todos os tempos! Feliz 2014, com menos dodói!

Meu retorno ao trabalho pós licença maternidade

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Ontem foi meu primeiro dia de trabalho depois da licença maternidade. Eu fiquei apreensiva, ansiosa e meu domingo à noite foi aqueles de depressão pré segunda-feira. Quase não dormi direito repassando em minha mente como seria este dia.

Parece que começou a cair a ficha, meus dias inteiros com o Rafa agora se restringem aos sábados, domingos e feriados – e só. Começou a me dar um nó na garganta e aquela avalanche de culpa. Mas eu já tinha tomado a minha decisão e segunda-feira eu voltaria a minha rotina de cinco meses antes.

Depois de deixar o Rafa com a minha mãe e de coração partido, cheguei ao trabalho. Fui muito bem recebida por todos, com muito carinho e compreensão. Isso tornou minha culpa mais leve. Afinal, amo o que faço e as pessoas que trabalham comigo são muito legais. Gosto do sentimento de ‘ser útil’ a todos e ouvir o quanto eu fiz falta a eles.

Algo estranho que percebi neste primeiro dia foi de como eu havia esquecido de tudo aquilo! Esqueci de senhas de acessos, nomes de projetos, de pessoas… parecia que eu tinha ficado anos fora! Quase não conseguia me lembrar de tarefas que eram muito triviais. Meu editor se preparou, leu um material sobre o assunto e disse que é normal e esta fase de readaptação leva algumas semanas.

No meu mundo perfeito eu ficaria com o Rafa até ele completar um ano e depois voltaria a trabalhar. Mas no meu mundo real eu e o meu marido temos contas para pagar! Quem sabe daqui a alguns anos quando a prestação do apartamento estiver menor eu consiga ficar em casa com o Rafa e seus irmãozinhos! Por enquanto, vou aproveitando a energia e disposição dos meus 26 anos para trabalhar, cuidar do Rafa, da casa, do marido, das contas, dos freelas, do chamado da Igreja, do cabelo, do corpinho e etc.

No fundo, eu amo ter uma vida bem agitada e descobri essa semana outra coisa apaixonante: chegar em casa ganhar um beijo babado e um abraço do filhão louco para mamar!

Enfim, como já ouvi muitas vezes “faça sua escolha e ame sua escolha”!

Segue alguns materiais que me ajudaram a me sentir menos culpada com o retorno ao trabalho:

Vídeo Jornalista, mãe e mórmon

Mãe: uma parceria eterna com Deus – Jeffrey R. Holland

Coisas da minha mãe!

Oi, gente! As coisas estão voltando ao normal por aqui… voltei a fazer um freela, vou pegar outro no fim do mês e em novembro volto a trabalhar, com dor no coração, mas é necessário. O Rafa também anda cada vez mais acordado de dia e dormindo à noite, fico beeem feliz. Por outro lado, vou ficando com cada vez menos tempo para o blog :\

Este post é especial para minha mãe e seus talentos maravilhosos. Além de ser minha amiga, companheira e etc. ela faz todo tipo de artesanato que você imaginar – e faz bem. Cada época ou fase tem alguma coisa especial que está na moda ou vendendo muito. Dessa vez está saindo como água os babadores e regurgitadores. Agora estes produtos da foto estão à venda na Feira da Praça Osório que vai até o dia 14 de outubro e na Art e Kraft, na Fiep.

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Este babador da Patchwork tem também com carinha de sapo e macaco. O Rafa tem um e é muito bom, resiste bem as ‘babas’ dele!

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Aqui estão os regurgitadores. Quando a gente tem bebê pequenininho o ombro e o braço podem receber um leitinho de volta na hora de arrotar. Para proteger, você coloca estes babadores atoalhados que a roupa fica intacta! Os bolsinhos bordados em ponto cruz são feitos por mim! Também tenho bordado loucamente nesses dias de feira!

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Os babadores de gatinho estão sendo a sensação nesses últimos dias. Observe que a orelha do gatinho são um outro paninho para auxiliar na limpeza do baby. É só puxar a orelhinha que o paninho sai e fica um bolsinho com a cara do gatinho.

A Naninha ali do lado foi a ‘sensação’ do ano passado. É só dá para o bebê na hora de dormir que ele se apega! Os gorrinhos lá atrás são da Feira de inverno!

Gostou de alguma coisa? Pode fazer sua encomenda por aqui que passo para minha mãe!

Beijos!